sábado, 31 de agosto de 2013

Palestra de Max Wagner





















No dia 07 de setembro, às 15 h  estarei divulgando o meu livro, e palestrando na Casa do Poeta e do Escritor de Ribeirão Preto. Será uma honra receber todos os meus amigos que estiverem em Ribeirão Preto-SP.


A Casa do Poeta tem o prazer de convidá-los para sua 8ª reunião de 2013. No sábado 7/09/2013, a Casa recebe Max Wagner romancista que fará um bate-papo sobre " Mídias Digitais no Ramo Literário ". O autor de "A última poesia. Do orgulho nasce a guerra", bacharel em Teologia, falará de seu livro que obteve contrato com uma grande editora.



A Casa recebe, também, a convite dos escritores, Alessandro Maraca, Secretário Municipal de Cultura de Ribeirão Preto. Diante de grandiosa reunião, o pianista Gustavo Augusto Molinari e a mezzo-soprano Cristina Modé estarão fazendo de nossa reunião, uma tarde de ouro. Finalizando Sarau com poetas de Ribeirão Preto.



O convite se estende a todos e ficaremos encantados em recebê-los.
Maris Ester A. Souza
Presidente da C.P.E.R.P.

Rua Liberdade 182 Campos Elíseos Ribeirão Preto, às 15h
Perto da Cava do Bosque

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Última Poesia na Livraria Saraiva

O meu romance histórico " A Última Poesia " acaba de ser disponibilizado para venda na Livraria Saraiva Digital, o livro em formato ebook sai por $ 8,99. Não percam essa oportunidade.

A Última Poesia - Do Orgulho Nasce a Guerra - Saraiva.com.br
www.livrariasaraiva.com.br  

sábado, 17 de agosto de 2013

Lawrence da Arábia - O inglês que virou árabe

Lawrence da Arábia

 A história do britânico que lutou pela independência árabe

Lawrence Ficou famoso após liderar uma revolta árabe durante a Primeira Guerra Mundial e escrever um livro de memórias chamado "Os Sete Pilares da Sabedoria" (que serviu de inspiração para um  longa  metragem)

Foto: HOJE NA HISTÓRIA: Em 1888, nascia Thomas E. Lawrence, que teve sua vida retratada no filme "Lawrence da Arábia". O inglês trabalhou como arqueólogo, militar e escritor. Ficou famoso após liderar uma revolta árabe durante a Primeira Guerra Mundial e escrever um livro de memórias chamado "Os Sete Pilares da Sabedoria" (que serviu de inspiração para o longa metragem) <a href=

Lawrence da Arábia é claramente um filme feito em outra época. Primeiro porque tem mais de três horas e meia de duração, com direito a intervalo. Além disso, quando você vê na tela centenas de camelos correndo é porque de fato centenas de camelos foram filmados. Hoje eles seriam feitos no computador – para parecerem mais reais que os bichos de verdade. À parte o estranhamento que possa causar no espectador atual, o filme que o inglês David Lean dirigiu em 1962 é uma obra-prima. Baseado em Os Sete Pilares da Sabedoria, livro de memórias do arqueólogo britânico Thomas Edward Lawrence (1888-1935), reconstitui a saga de um dos mais brilhantes estrategistas da Primeira Guerra.
Antes do conflito, Lawrence passara anos explorando o Oriente Médio. E sua familiaridade com a cultura árabe virou arma estratégica quando o Império Otomano, aliado da Alemanha, entrou na guerra contra a Inglaterra. Após fazer trabalhos de inteligência militar no Egito como tenente, em 1916 Lawrence foi escalado para uma missão na Arábia. Lá, o príncipe Faisal comandava um exército rebelde contra o domínio otomano. Ao acompanhá-lo por algum tempo, Lawrence notou que a luta árabe poderia ser usada a favor da Inglaterra, que vinha se dando mal nas batalhas no Oriente Médio.
Prometendo – mais do que conseguindo – ajuda militar e financeira dos britânicos para a revolta árabe, Lawrence unificou uma força de diferentes grupos beduínos que, montada em camelos e armada com espingardas e sabres, atacava com rapidez impressionante. O britânico liderou ações de sabotagem a linhas de trem e pontes, numa guerrilha que desestabilizou os otomanos. Em outubro de 1918, o Império Otomano rendeu-se aos ingleses.
Em meio ao tom grandioso, Lawrence da Arábia encontra espaço para explorar a ambigüidade de um homem que se veste de beduíno para lutar ao lado dos árabes mas, no fundo, está apenas ajudando grandes potências a estabelecer seu domínio no Oriente Médio – depois da guerra, os árabes que viviam sob jugo otomano acabaram subordinados a ingleses e franceses. 
  

domingo, 11 de agosto de 2013

Derrota francesa na Segunda Guerra Mundial

A partir de 10 de maio de 1940, quando o Exército alemão começou a aproximar-se do território francês, a Segunda Guerra espalhou-se pela Europa. Em 25 de junho do mesmo ano, depois que Noruega, Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França capitularam, Hitler assumiu o controle da maior parte da Europa Ocidental.

Nesses 45 dias de conflito, o mundo assistiu à maior batalha de tanques até aquele momento; ao maior bombardeio aéreo da história até então; e à generalização do uso da blitzkrieg, a temida nova tática de ataque da Alemanha que havia funcionado tão bem na invasão da Polônia, em 1939 . Também foi quando os franceses ganharam um herói de guerra e líder político, o coronel Charles de Gaulle.
A Batalha da França fez de Paris território germânico – coisa que, durante a Primeira Guerra, os alemães haviam tentado com afinco e não conseguiram. A cidade só voltaria a pertencer aos franceses em 1944. De quebra, a vitória sobre a França expulsou as tropas inglesas do continente e levou Hitler às portas de Londres. O passo seguinte seria atacar as tropas de Winston Churchill. “A batalha pela França está perdida. A batalha pela Inglaterra está para começar”, disse ao Parlamento britânico, em julho de 1940.
Depois da invasão alemã ao território polonês, concluída em outubro de 1939, o continente entrou em clima de expectativa. A tensão sem conflitos dos seis meses seguintes ganhou o apelido de “guerra de mentirinha”. Nesse período, Hitler analisou diversos planos de ação. Com a União Soviética amarrada por um pacto de não-agressão, parecia claro que o próximo passo era ocupar a região da Bélgica e da Holanda, antes que os aliados a reforçassem. Uma ala dos generais, liderada pelo comandante Franz Halder, considerava que o Exército germânico ainda não tinha condições de levar o conflito adiante; outra, apoiada por Gerd von Rundstedt, defendia o avanço imediato. Foi o que aconteceu, com o Plano Amarelo. Em abril, a Dinamarca e a Noruega foram tomadas.
Ataque fulminante
A partir de 10 de maio, em apenas oito dias, as forças nazistas tomaram a capital belga, Bruxelas, e Roterdã, peça crucial na defesa da Holanda. O impacto psicológico do bombardeio sobre a cidade foi tão grande que o Exército holandês, ainda intacto, se rendeu. Logo nas primeiras 24 horas de ação, e usando uma estratégia inovadora que funcionaria muito bem no começo da Segunda Guerra, os alemães tomaram a fortaleza de Eben Emael, entre Maastricht e Liège. Considerado o forte mais moderno do mundo, Emael caiu graças à ação de 85 planadores DFS 230, que invadiram o local e o sabotaram, abrindo caminho para o 151º Regimento de Infantaria. Seguiu-se então, na mesma região, a Batalha de Hannut, que envolveu aproximadamente 1,5 mil tanques. Os franceses conseguiram deter o avanço inimigo por alguns dias, mas os Países Baixos estavam neutralizados.
Quando a invasão à Bélgica começou, o Exército aliado fez uma escolha arriscada. Entre concentrar forças nos vizinhos e defender a fronteira sul, o comandante das tropas francesas, general Gamelin, optou por ocupar o norte. O raciocínio de Gamelin era que a cadeia montanhosa de Ardennes e a linha Maginot, uma barreira de concreto de três metros de espessura ao longo da fronteira com a Alemanha, seriam suficientes para conter os inimigos. Mas era exatamente isso o que o marechal-de-campo alemão Erich von Manstein esperava. Em 14 de maio, poucos dias depois da tomada do norte, 2 mil tanques Panzers comandados pelo tenente-general Heinz Guderian já tinham aberto um buraco na defesa da região de Sedan. Foi uma vitória extraordinária. Seguros em uma linha de defesa de seis quilômetros de largura, os franceses não esperavam que os alemães agissem enquanto sua infantaria não estivesse mais reforçada. Os inimigos surpreenderam mais uma vez ao concentrar suas forças em um ponto específico.
O buraco que eles abriram foi suficiente para abalar o moral das tropas e de todo o país. No dia 15 de maio, o primeiro-ministro francês, Paul Reynaud, telefonava para o colega britânico Churchill: “Fomos derrotados, perdemos a batalha”. No final de maio, o Exército belga que ainda agia em território francês, o 1º e o 7º Exércitos franceses e a Força Expedicionária britânica já estavam encurralados na região de Dunquerque.
Nesse meio tempo, o coronel De Gaulle conquistou uma vitória surpreendente – e inócua – na região sul. Foi o suficiente para que ele se tornasse brigadeiro e virasse um herói nacional (depois da ocupação, ele lideraria um governo francês paralelo sediado em Londres).
Decisão polêmica
Era a hora do golpe de misericórdia, mas Hitler tomou uma atitude difícil de entender. No dia 25 de maio, deu ordem para que os Panzers não avançassem e sustentou o ataque apenas com artilharia aérea. A decisão desencadeou um plano de evacuação das tropas ocidentais em Dunquerque. Enquanto os aliados fugiam, Paris entregava-se. Em 11 de junho, o governador militar da cidade, general Pierre Hering, declarou a capital uma cidade aberta. Milhares deixaram Paris. Em 22 de junho, a França rendeu-se. Hitler determinou que o vagão 2419D, da Companhia Wagon-Lits, fosse usado para a assinatura da rendição. Nesse mesmo lugar, 21 anos antes, a Alemanha havia se rendido. Uma placa de granito ao lado do vagão dizia: “Aqui, em 11 de novembro de 1918, sucumbiu o orgulho criminoso do Império germânico, derrotado pelas nações livres a quem pretendia escravizar”.
A vitória alemã em apenas um mês e meio foi atordoante. A França foi a única grande potência de toda a guerra que se rendeu em apenas uma campanha. As forças dos dois lados eram muito parecidas. O equilíbrio era tamanho que, por muitos anos, os franceses alimentaram o mito de que seus generais tinham traído a pátria e desistido da luta. O fato é que a diferença estava na estratégia. Como defende o historiador Philip Warner em seu livro Battle of France, 1940, tudo na tática francesa apontava para raciocínios antiquados, da Primeira Grande Guerra.
A crença na barreira natural de Ardennes ou o uso de divisões lentas e de pouca flexibilidade não faziam mais sentido em 1940. Os alemães, ao contrário, apostaram em estratégias inovadoras, como o uso de planadores e a invenção da blietzkrieg, e deram mais autonomia a seus generais de campo – em contraste, algumas divisões francesas ficaram paradas por até nove dias por não receberem ordem superior. Para a Batalha da França, valeu a máxima militar: generais gostam de lutar de novo a guerra anterior. Em junho de 1940, os alemães provaram que esse conflito mundial era muito diferente do anterior.
A milagrosa retirada de Dunquerque
Foram cerca de 340 mil militares retirados das praias de Dunquerque em menos de uma semana. Em 27 de maio de 1940, um dia depois da rendição oficial dos belgas, os aliados começaram a levar soldados em direção à Inglaterra. A expectativa era evacuar 50 mil pessoas, mas a decisão de Hitler de não usar seus tanques contra os inimigos facilitou bastante o trabalho dos aliados. Ainda assim, foi uma ação desesperada, com centenas de homens aglomerados em pequenos barcos – em um deles, o comandante teve de atirar contra alguns homens para conter a confusão. Foram 800 embarcações civis e 200 militares envolvidas. Quando a ação terminou, em 2 de junho, 60 mil soldados aliados tinham morrido. Foi pouco, diante do tamanho da tragédia que poderia ter acontecido.

Piloto alemão da Segunda Guerra ajuda inimigos

Honra na Guerra – Conheça a história do soldado alemão que salvou a vida do inimigo

Inglaterra, 20 de dezembro de 1943.
Do campo de aviação RAF Kimbolton, o bombardeiro B-17, da Força Aérea dos Estados Unidos, decolou com a missão de bombardear uma fábrica de aviões em Bremen, na Alemanha. A aeronave carregava 10 tripulantes, comandados pelo tenente Charlie L. Brown. Em poucos minutos, a missão obteve êxito, mas nem tudo saiu como o previsto: tropas alemãs atiraram contra o avião estadunidense, matando o artilheiro, ferindo outros seis tripulantes e destruindo dois motores do avião. Charlie, à frente do grupo e no comando, perdeu a consciência momentaneamente e o veículo começou a perder altitude. Quando recuperou os sentidos, o tenente estabilizou a aeronave, mas percebeu que estava sendo seguido por uma caça alemão. Com a tripulação ferida e partes do avião destruídas, não havia o que fazer além de seguir. Sair vivo seria uma questão de sorte.
Mas ele conseguiu. E  quatro décadas depois, revelou o que aconteceu.
Em vez de disparar e derrubar a aeronave americana, o piloto inimigo posicionou o caça paralelo a ela, gesticulando. Percebendo que seu inimigo não iria atirar, Charlie ordenou à tripulação que aumentasse a altitude. O grupo se salvou, o avião aterrisou na Inglaterra, e o tenente nunca deixou de se questionar porque o alemão não havia atirado.
Em 1987, Brown foi atrás do homem que poupou sua vida. Pagou a publicação de um anúncio em uma revista de pilotos de combate, dizendo: “Estou buscando o homem que salvou minha vida em 20 de dezembro de 1943″. Recebeu um telefonema. Era Franz Stigler, o piloto alemão. Três anos depois, os dois se conheceram e Charlie, finalmente, teve uma resposta para sua pergunta: “por qual razão você não atirou?”
Franz contou que, ao emparelhar o caça com a aeronave americana, estava pronto para disparar. No entanto, percebeu que o avião inimigo voava com dificuldade e que a tripulação agonizava. Que honra haveria em derrubar um avião nessas condições?
Stigler não era um novato em guerras. Havia servido na África, sob o comando do tenente Gustav Roedel, que, segundo ele, lhe ensinou que, para sobreviver moralmente a uma guerra, era preciso combater com honra e humanidade; se isso não fosse feito, não conseguiriam conviver consigo mesmo ao voltar para casa. Era uma lição que não estava escrita em nenhum lugar, mas o código que guiou Franz e salvou os pilotos estadunidenses naquele 20 de dezembro de 1943.
Os dois pilotos, antes inimigos, tornaram-se colegas e trocaram correspondências por anos. Em 2008, com seis meses de diferença, ambos morrerem. Franz Stigler tinha 92 anos; Charlie Brown, 87.

Romance da Primeira Guerra Mundial

Gostaria  de  compartilhar  com  toda  a  rede  do  Café  História  sobre  o  site  Clube  dos  Autores,  ele  publica  livros para  qualquer  pessoa,  você  pode   imprimir  até  uma  cópia, é  um  sistema  por  demanda. É  uma  grande  oportunidade  para  quem  deseja  publicar  seu  livro,  mas  ainda  não  conseguiu.  Eu  publiquei  o  meu  romance  histórico  "  A  Última  Poesia  "  pelo  Clube  dos  Autores  e foi  um  sucesso.
Abaixo  o  meu  romance  histórico  "  A  Última  Poesia "  publicado  pelo  Clube  dos  Autores. 

99 anos da Primeira Guerra Mundial

Em 2014 o mundo vai comemorar 100 anos do início da Primeira Guerra Mundial. Meu romance histórico está totalmente relacionado a essa guerra, que aconteceu um século antes. A partir de hoje vou compartilhar vários acontecimentos desta guerra feita de lama e sangue.

No dia 20 de Junho de 1914, Danilo Ilić - um servo-bósnio que já havia sido professor e bancário - dirigia uma pequena pensão em Sarajevo, esse homem era um dos lideres da organização secreta Mão Negra , ele pretendia assassinar o Arquiduque da Autria- Hungria Francisco Ferdinando. Danilo liderou e distribuiu armas para seis homens, entre eles Gavrilo Princip. Oito dias mais tarde eles iriam marcar o mundo para sempre. Na foto abaixo - Francisco Ferdinando, o herdeiro do trono Autro-húngaro.

A Lista de Shindler é fichinha perto da Lista de Aristides

 Eita  português  corajoso. Você sabe quem foi Aristides de Sousa Mendes? Durante a Segunda Guerra Mundial, ele salvou mais gente do que o alemão Oskar Schindler.

Cônsul português em Bordeaux, Mendes desobedeceu às ordens do ditador António de Oliveira Salazar e concedeu visto a milhares de refugiados que escapavam das tropas de Hitler enquanto os nazistas invadiam a França. Estima-se que 30 mil pessoas foram salvas, das quais 10 mil eram judeus. Conheça sua história: http://abr.io/IqMH

Gandhi escreveu para Hitler

Veja a carta que Gandhi enviou a Hitler

Infelizmente  a   carta   nunca chegou a seu destino final – e seria arriscado dizer que, se tivesse chegado, teria alguma possibilidade de mudar o curso da história que estaria por vir. Mas não podemos dizer que ele não tentou: Mahatma Gandhi, o líder pacifista que comandou o processo de independência da Índia, mostrou que era capaz de sonhar  e enviou uma carta para Adolf Hitler, pedindo que este evitasse a guerra. A correspondência foi  escrita em 23 de julho de 1939, quando a Alemanha do Führer estava prestes a invadir a Polônia e dar início à Segunda Guerra Mundial.
A carta, que nunca chegou ao seu destino, pois foi interceptada pelo governo britânico, diz o seguinte:
gandhi
Índia, 23 de julho de 1939
Querido amigo,
Amigos têm insistido que eu lhe escreva para o bem da humanidade. Mas eu tenho resistido ao pedido deles, pois sinto que qualquer carta escrita por mim seria uma impertinência. Algo me diz que eu não devo hesitar e devo fazer meu apelo, pois talvez ele tenha alguma utilidade.
Está claro que hoje você hoje é a única pessoa no mundo que pode evitar uma guerra capaz de reduzir a humanidade a seu estado mais selvagem.   
Devemos pagar esse preço por algo, por mais valioso que lhe pareça? Você vai ouvir o apelo de alguém que deliberadamente deixou de lado métodos de guerra e obteve considerável sucesso? De qualquer forma, peço desculpas antecipadamente, caso tenha errado em escrever para você.
Permaneço seu amigo, 
M. K. Gandhi 

Canadenses na Primeira Guerra Mundial


Soldados canadense feridos, depois da Batalha de Amiens, Agosto de 1918 (3 meses antes do Armistício de Novembro de 1918).

Podem ser vistos prisioneiros alemães misturados na multidão também. Possivelmente foram eles que carregaram as macas com os feridos até esse local e estão aguardando para saber para onde levá-los a seguir.

O Triunfo de Sharpe

Como  eu  havia  prometido estou  postando  a  resenha  do  volume  2  das  aventuras  do  soldado  britânico  Richard  Sharpe. Em  breve  vou  postar  a  série  televisiva  em  16 episódios. 

Aventuras de Sharpe vol. 2: O Triunfo de Sharpe

Embarquei em mais uma aventura junto a Richard Sharpe. Desta vez, a luta do exército britânico não é contra os Tigres de Misore, do sultão Tipu, mas sim contra os Mahrattas e os ambiciosos soldados europeus, que desertaram de seus antigos postos a fim de fazer fortuna junto aos marajás que prometem – e cumprem – uma vida de riquezas em menos tempo do que se poderia imaginar. 
O inimigo da vez é o major William Dodd – um senhor desiludido e sem perspectiva de melhora de vida, que não vale o chão que pisa – que resolveu virar a casaca depois de ter entrado em altas confusões no exército. Nosso protagonista Richard conhece o tal Dodd na hora errada, no local errado. William Dodd passou o forte de Chasalgaon na espada, matou geral, mas adivinhem só quem foi o único que conseguiu escapar dessa chacina toda? 
“Sharpe permaneceu imóvel. Uma mosca caminhava por ser globo ocular e ele se forçou a permanecer imóvel como uma estátua. Tinha sangue no rosto e mais sangue juntara-se na orelha direita, embora tivesse secando agora. Piscou, temendo que o leve movimento atraísse um dos assassinos, mas ninguém reparou.” 
Pois é, a velha técnica do “finge de morto aí, se quiser permanecer vivo”. E funcionou muito bem, porque além de ser o único sobrevivente, Sharpe ficou puto e jurou vingança contra o major William Dodd. Eis aí o plot do segundo livro: a perseguição do desertor. E nessa perseguição entra o nosso conhecido Coronel McCandless, que quer encontrar o traidor a fim de fazer-se cumprir a justiça. E no meio disso temos as costumeiras batalhas do Cornwell e as também costumeiras tentativas do Hakeswill de ferrar com a vida do Richard. 
E eu que já tinha detestado o Hakeswill logo de primeira e que ingenuamente pensava ter me livrado do demônio, eis que o desgraçado volta e volta pior do que antes. Olha: quero muito sangue e sofrimento pra ele nos próximos livros porque está claro e evidente que Sharpe não consegue simplesmente meter-lhe uma bala na cabeça feia, o que, convenhamos, resolveria todos os problemas de forma bastante satisfatória. Vou sugerir. 
Bom, O Triunfo de Sharpe foi um pouco aquém do primeiro livro. A história toda de desertor e até as batalhas deste volume não foi, para mim, tão boa quanto às do primeiro. O que não quer dizer que foi uma leitura ruim, de modo algum! Apenas que comparado ao primeiro volume, e apenas em comparação, o Triunfo está abaixo no meu ranking pessoal. No geral, estou ainda fissurado em continuar essa série e já estou contando os dias para começar o próximo volume.

As Guerras Napoleônicas e o soldado Richard Sharpe

O  escritor  e  historiador  britânico  Bernard  Cornwell  é  um  enorme  fenômeno  de  vendas  de  livros,  seus  romances  históricos  são  de  tirar  o  fôlego,  entre  seus  escritos  está  a  saga  do  soldado  inglês  Richard  Sharpe,  que  vive   durante  as  Batalhas  Napoleônicas . As Aventuras de Sharpe é o nome dado a série de livros escritos pelo autor inglês Bernard Cornwell. Baseando-se em fatos históricos reais, o autor escreve sobre seu personagem fictício,Richard Sharpe. A série conta a história de  um soldado pobre do exército inglês no século XIX, que é erguido a posição de tenente após salvar a vida de seu comandante, Arthur Wellesley, o futuro Duque de Wellington, e a partir daí passa a crescer cada vez mais dentro do exército, enfrentando os preconceitos de outros oficiais, todos de berço nobre. Os dois principais temas retratados são as ações colonialistas do exército britânico na Índia e as ações, do mesmo exército, nas Guerras Napoleônicas, através de países como a Dinamarca, Portugal, Espanha e França.  Em  30  anos  Cornwell  escreveu  23  livros  sobre  A  Saga  de  Sharpe,  alguns  desses  títulos  estão  disponíveis  em  português  pela  Editora  Record,  podem  ser  comprados  pelo  site  da  Submarino,  e  outros  de  vendas  de  livros. Existe  um  site  oficial  de  Bernard  Cornwell  no  Brasil  pelo  facebook,  lá  foi  disponibizada  a  série  televisiva   "  As  aventuras  de  Sharpe "  em  15  episódios,  essa  série  é  raríssima, infelizmente  ela  não  foi  passada  no  Brasil,  foi  transmitida  entre  1.993  e   1997. A  série  não  conta  a  saga  inteira, ela  omite  oito  livros  (  1  terço  de  toda a  saga) mais  uma  prova  que  os  livros  são  bem  melhores  do  que  os  filmes.
Estarei  compartilhando  os  episódios  aos  poucos.
 O ator  Sean  Bean    é  Richard  Sharpe

Ataque de tubarões durante a Segunda Guerra Mundial.

O maior ataque de tubarões já registrado ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial


Em 26 de julho de 1945 o navio USS Indianapolis aportou na ilha Tinian, descarregando lá componentes para a montagem da bomba Little Boy, que devastou Hiroshima dias depois. Encerrada a entrega, o navio tomou rumo em direção a Guam para depois seguir até Leyte, uma ilha filipina. Antes de chegar ao destino previsto a embarcação foi atingida por dois torpedos disparados por um submarino japonês. O saldo do ataque foi trágico: 900 dos 1.196 homens a bordo ficaram à deriva na água e apenas 317 conseguiram sobreviver até o resgate, 4 dias depois do incidente.

Um fato que chamou ainda mais a atenção sobre o caso foi o fato de mais de 150 homens terem sido atacados e mortos por tubarões enquanto estavam boiando pela sobrevivência. As feras marinhas foram atraídas pelos movimentos dos marinheiros e também pelos cadáveres que se multiplicavam pelas águas e estas condições acentuaram ainda mais as possibilidades de ataques. As tentativas dos sobreviventes de conter os ataques eram inúteis e, no máximo, procuravam se agrupar e afastar os mortos para que os tubarões não se aproximassem ainda mais - e vários cadáveres foram dilacerados pelos insistentes tubarões que rodeavam os grupos de homens que tentavam escapar da morte.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Tanques da Primeira Guerra Mundial


Tanques  da   Primeira  Guerra  Mundial
Exibição no Canadá dos primeiros Tanques de guerra (1918)

Logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, as Forças Armadas Canadenses fizeram uma série de exibições militares, para mostrar ao público o novo poder bélico dos exércitos aliados.

Aqui vemos um Tanque Britânico Mk.II passando por cima de um carro civil, demonstrando o quão poderosa e destrutiva essa nova arma era.

Soldados canadenses da Primeira Guerra Mundial


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Soldados canadense feridos, depois da Batalha de Amiens, Agosto de 1918 (3 meses antes do Armistício de Novembro de 1918).

Podem ser vistos prisioneiros alemães misturados na multidão também. Possivelmente foram eles que carregaram as macas com os feridos até esse local e estão aguardando para saber para onde levá-los a seguir.

Soldados Alemães no Natal de 1914




Soldados Alemães preparando a decoração para comemorar o Natal, seu primeiro natal nas Trincheiras da França. Dezembro de  1914.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Trincheiras da Primeira Guerra Mundial

Vista aérea de um sistema de trincheiras, 1917.

A imagem mostra um sistema de trincheiras feito durante a Primeira Guerra Mundial. Do lado direito é possível ver as trincheiras dos alemães e do lado esquerdo estão as inglesas; no centro encontra-se a "terra de ninguém". A foto foi tirada em Artois, França, em 22 de 
 julho de 1917


Cruz Vermelha na Primeira Guerra Mundial

Quando a Primeira Guerra Mundial estourou, a Cruz Vermelha e a Ordem de St John uniram esforços para ajudar os soldados feridos. Dessa forma, inúmeros voluntários foram reunidos e treinados para irem em campo, tanto para o amparo medicinal, quanto para outras funções, como cozinhar. 

Os membros da Cruz Vermelha tinham ainda o costume de anotar os nomes e as últimas palavras dos soldados que morriam ou estavam para morrer; isso não só ajudava no reconhecimento dos corpos, como era o registro da memória do soldado.

Na foto, Paul Thompson congelou um momento emblemático, as últimas palavras de um soldado britânico, ferido em batalha durante a Primeira Guerra Mundial, para uma enfermeira da Cruz Vermelha.

Genocídio Judeu



Foto encontrada no bolso de um soldado com os seguintes dizeres rabiscados no verso: "Último judeu em Vinnytsia". Neste dia, 28 mil judeus foram executados.

O mais provável é que uma das fotos mais icônicas da Segunda Guerra Mundial e do Século XX tenha sido tirada em 22 de setembro de 1941, dia em que ocorreu o segundo massacre na cidade de Vinnytsia, localizada na Ucrânia.

Os responsáveis pelas execuções foram soldados alemães pertencentes ao Einsatzgruppen - grupos paramilitares formados por Heinrich Himmler e operacionalizados pela Schutzstaffel (SS) - que, entre 1941 e 1945, mataram mais de 1,3 milhão de pessoas em execuções sumárias ao ar livre (sendo a maioria de civis judeus e comunistas).


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Apesar de muitas pessoas nos comentários questionarem a veracidade ou uma possível manipulação da foto em questão, a mesma não deixa de ser considerada uma das fotos mais icônicas do século XX. O impresso "original" inclusive se encontra no "United States Holocaust Memorial Museum". 

De qualquer forma, houve pelo menos duas execuções em massa nos dias 16 e 22 de setembro de 1941 perpetrados contra judeus da cidade de Vinnitsa, na Ucrânia e que de fato, resultaram na morte de cerca de 28 mil judeus. Várias testemunhas oculares, incluindo alemães, presenciaram os massacres realizados pelo soldados do Einsatzgruppen retratados na narrativa.

Eventuais alterações na foto não dão margem à nenhum tipo de "revisionismo" ou “negacionismo” do Holocausto, um triste capítulo da história da humanidade que foi amplamente documentado (assim como vários outros episódios lamentáveis).  



Arma de Fogo de Samurai

As armas portáteis de fogo foram introduzidas nas terras japonesas por navegadores portugueses, em meados do Século XVI. Chamadas de "Tanegashima", esses arcabuzes de sistema de mecha (onde a pólvora dentro da câmara de disparo era acendida por uma corda, um barbante, com a ponta incandescente) foram muito difundidos entre os daymios que se digladiavam durante o Sengoku Jidai (ou a "Era do país em guerra") um dos vários períodos de conflito entre senhores feudais que ocorreram no Japão.

Depois que os Tokugawa se tornaram xoguns (líderes militares que controlavam o Japão), as armas de fogo foram banidas, com somente a guarda xogunal podendo portá-las.


thekimonogallery:

Samurai era weapons demonstration in Fukui, Japan. Flickr by Ocean Machines.  Image via Pinterest

O Esconderijo de Anne Frank

No esconderijo de Anne Frank

Como era a vida de uma família de judeus que se escondia de Hitler


Entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, uma garota de nome Anne Frank, alemã e judia, dividiu seus sonhos, medos, amores, ilusões e desilusões com Kitty, o diário que ganhou de presente no aniversário de 13 anos. Nele, ela registra o dia-a-dia no chamado “anexo secreto”, um esconderijo em Amsterdã, na Holanda. Foi lá que sua família viveu clandestinamente, numa tentativa de se esconder da polícia nazista e dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.
As narrativas do diário de Anne terminam três dias antes de o local ser descoberto. Na manhã de 4 de agosto de 1944, os moradores do esconderijo foram levados para o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. Anne e sua irmã Margot morreram de tifo no campo de Bergen-Belsen, na Alemanha, entre 1944 e 1945. Apenas o pai, Otto Frank, sobreviveu – foi ele o responsável pela publicação do diário da filha, que virou um tremendo sucesso mundial, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos.

Cotidiano silencioso

Outras quatro pessoas habitavam o local - sem fazer barulho
O anexo secreto
“O esconderijo ficava no prédio do escritório do papai”, registra Anne em 9 de julho de 1942, o dia em que a família Frank se mudou para lá. O prédio tinha dois andares, com escritórios, moinho e depósito de grãos. Na parte de trás estava o “anexo secreto”.
Armário secreto
“Ninguém jamais suspeitaria da existência de tantos cômodos por trás daquela porta cinza e lisa”, escreve em 9 de julho de 1942. Logo após a família Frank se mudar para o anexo, uma estante de livros foi erguida na frente da porta, tornando o esconderijo um local quase invisível.
21h - Hora do sono
“A hora de dormir começa sempre com enorme agitação. Cadeiras são arrastadas, camas puxadas, cobertores desdobrados...”, escreve em 4 de agosto de 1943. Anne dormia num pequeno divã com umas cadeiras, para ficar maior. A sala virava o quarto da outra família que lá morava, os Van Pels.
9h - Banho semanal
Após as 9h, aos domingos, os banhos estavam liberados. Como não havia chuveiro lá, o banho era de canequinha, dentro de uma tina com água aquecida. Cada um usava um local diferente. Anne, por exemplo, o tomava no “espaço toalete do escritório”.
13h15 - Fast food
Meia hora era o tempo para o almoço – quando os funcionários do armazém estavam fora e um pouco de barulho era permitido. No cardápio, normalmente batatas, enlatados, sopa e o que mais os amigos e cúmplices conseguissem comprar no mercado negro.
13h45 - Querido diário
Anne fazia seu dever de casa logo após o almoço. As atividades se dividiam entre línguas, matemática, história, taquigrafia ou qualquer outro curso que se pudesse comprar por correspondência. Os estudos aconteciam em seu quarto ou na sala comum. Era também nesse horário que Anne se dedicava a escrever seu diário.

 Em 1944, os nazistas capturam Anne Frank e sua família em Amsterdã com a ajuda de um informante. 

Anne morreu em um campo de concentração e seu diário ficou mundialmente famoso